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Resíduos de Alimentos: como minimizar seus impactos e revolucionar a destinação em nossas cozinhas

Publicado em 20 de dezembro de 2017

Alternativas que agregam inovação e tecnologia no processamento e descarte de resíduos de alimentos são uma realidade no país, trazem redução de custos, simplicidade operacional e viabilizam a economia circular dos alimentos em cozinhas profissionais.

resíduos de alimentos

O ano de 2017 praticamente acabou. Depois de um período de altas e baixas para a economia brasileira, a retomada e o crescimento do país começam a dar sinais de um 2018 mais próspero e promissor. É curioso notar que a retração econômica dos últimos anos teve impacto direto na geração de resíduos sólidos urbanos (RSU). De acordo com a ABRELPE, entre 2015 e 2016 houve uma queda de 2% de RSU, atingindo 71,3 milhões de toneladas e 91% no índice de cobertura de coleta, um pequeno avanço comparado ao ano anterior. Logo, com a retomada do crescimento econômico em 2018 nosso desafio para combater essa realidade e seus impactos será ainda maior.

A geração de resíduos orgânicos representa cerca de 50% do total de RSU, e só no município de São Paulo são gerados cerca de 6,3 mil toneladas de resíduos orgânicos destinados diariamente à aterros e lixões, somando mais de 2,3 milhões de toneladas por ano. A maior parte dos resíduos orgânicos vem do setor de alimentação, impulsionado pelo crescimento populacional nos meios urbanos e suburbanos. Fontes geradoras de resíduos de alimentos como shopping centers, hospitais, hotéis, indústrias, escolas e universidades, condomínios residenciais e comerciais tem participação significativa neste cenário, em alguns casos gerando mais de 2 toneladas de resíduos de alimentos por dia.

Essa realidade gera diversos impactos e consequências para a sociedade, entre elas o aumento no desperdício de alimentos e a destinação inadequada de resíduos em aterros e lixões, como veremos a seguir.

Os impactos para a sociedade

De acordo com a FAO (Food and Agriculture Organization) das Nações Unidas, cerca de um terço dos alimentos produzidos nunca chega à mesa dos consumidores. Seja por perda na produção, logística, processamento ou distribuição, o fato é que antes mesmo de ser útil boa parte do alimento produzido se torna resíduo, e do que chega à mesa dos consumidores uma parcela adicional tem como destino os aterros sanitários e lixões.

Segundo a Abrelpe somente o mercado de coleta de limpeza urbana movimenta em torno de R$ 27 bilhões a cada ano no Brasil. Além dos processos de coleta, transporte, processamento e destinação dos RSU, entre os impactos indiretos do RSU estão a emissão de poluentes no transporte, riscos de contaminação de lençois freáticos e prejuízos à saúde da população. De acordo com a International Solid Waste Association, custos ligados a saúde para o tratamento de doenças que se propagam por contaminação de água, solo, ar, fauna e flora somam US$ 370 milhões por ano no Brasil.

Se considerássemos os resíduos orgânicos, em sua maioria resíduos de alimentos, como um país gerador de gases de efeito estufa, este seria o 3o maior poluidor do mundo, atrás apenas da China e Estados Unidos.

Agora vale refletir: se 50% dos RSU são resíduos orgânicos, qual o potencial de redução do impacto econômico e sócio-ambiental que podemos atingir ao implementar processos de reaproveitamento destes resíduos na economia circular?

Alternativas para transformar a realidade da gestão de resíduos de alimentos em 2018

A Política Nacional de Resíduos Sólidos e os Planos de Gestão de Resíduos dos municípios propõe um compartilhamento da responsabilidade envolvendo os setores público e privado sobre o ciclo de vida dos produtos, com participação dos consumidores, fabricantes, distribuidores e outros, definindo diretrizes para iniciativas orquestradas para a extinção de uso de aterros sanitários, processamento descentralizado de resíduos, logística reversa e economia circular, em que o resíduo de determinado processo se torna matéria prima para outro.

Para cozinhas profissionais no meio urbano, alternativas para destinação e valorização de resíduos de alimentos como a compostagem são isoladas e esbarram em desafios operacionais, limitações de infraestrutura, dificuldades de logística, e custos operacionais com energia, mão de obra e materiais. Produzir “adubo” por meio de processo de compostagem acaba se tornando mais custoso e trabalhoso do que a alternativa convencional dos lixões e aterros.

Felizmente, o uso de biodigestores em cozinhas profissionais tem se demonstrado uma excelente opção ao unimos a tecnologia para otimizar a eficiência de processos naturais de bio-decomposição e inovação para viabilizar a economia circular de resíduos de alimentos.

Essa tecnologia replica e otimiza o processo natural de decomposição de frutas, legumes, verduras e proteínas com uso da água e microrganismos, gerando a partir dos resíduos de alimentos um efluente a ser descartado pelo ralo ou direcionado à uma ETE (Estação de Tratamento de Esgoto) local e produzir água de reuso. E o efluente gerado pelo biodigestor pode, então, ser inserido em novos processos de reaproveitamento ou produção.

Essa alternativa não apenas reduz o volume de resíduos de alimentos em sua operação, mas o elimina com um consumo de energia por quilo processado 85% menor em comparação com as composteiras elétricas convencionais, sem contar diversos benefícios operacionais.

A solução para o processamento de resíduos de alimentos está mais perto do que você imagina

Foi justamente para participar ativamente deste processo de transformação das práticas ambientais no país que a Eco Circuito tem se preparado para atender o mercado brasileiro em 2018.

Responsável pela distribuição do biodigestor Liquid Food Composter (LFC) une tecnologia e conectividade para otimizar o reaproveitamento de resíduos de alimentos com um processo de alto impacto econômico e ambiental, 100% automatizado e baixo consumo de energia

Responsável pela distribuição do biodigestor LFC no país, a Eco Circuito tem uma meta ousada: atingir uma capacidade de processamento de 5% do volume de resíduos orgânicos gerados no município de São Paulo, o equivalente a 115 mil toneladas por ano, para assim evitar a geração de 300 mil toneladas de CO2 equivalente e gerar mais de 400 mil metros cúbicos de água de reuso.

Se você tem em sua empresa dificuldades para processar e destinar seus resíduos de alimentos, reduzir os custos desta atividade e tornar sua operação mais eficiente, procure nossa equipe! Entenda como o biodigestor LFC pode auxiliar sua organização a minimizar seus impactos e revolucionar a destinação de resíduos de alimentos em sua cozinha.

Juntos podemos construir um futuro mais sustentável e mais eficiente para todos!

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admin 31 de agosto de 2018

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